Como a maioria dos brasileiros fiquei acompanhando de longe a campanha presidencial dos EUA nestes últimos dias e, confesso, também fiquei surpreso com o resultado.
Não exatamente pela vitória de Donnald Trump, mas pela expectativa criada ao redor do mundo.
É bem verdade que até hoje não entendi direito como funciona a composição de cadeiras que determina o Presidente eleito, já que na votação popular prevaleceu o empate técnico anunciado pela maioria das pesquisas. Mas a verdade é que o resultado remete, no mínimo, a uma reflexão, já que a apreensão é inevitável depois da campanha polêmica protagonizda pelo vencedor.
Prefiro analisar alguns fatos que, independente de terem ocorrido na terra do Tio San, deveriam servir de alerta para futuras campanhas políticas:
1) Boa parte do povo americano deixou claro que não se deixa mais enganar pelas veiculações tendenciosas da mídia, nem tampouco pelos fatos criados em época de campanha para denegrir um ou outro candidato.
2) O apoio de artistas famosos já não influencia mais a decisão dos eleitores mundo afora, a não ser aqueles que nunca tiveram (e nunca terão) opinião própria. Talvez aqui fique explícito o mal provocado pela obrigatoriedade do voto que persiste aqui no Brasil.
3) O eleitor americano mostrou que, quando se trata de resgatar o orgulho patriótico, vale a pena correr riscos a ter que manter o modelo que já não estava mais gerando resultados práticos. Se Trump faliu 4 vezes e se reergueu, porque os EUA não podem dar a volta por cima e recuperar a hegemonia econômica mundial?
4) Ao invés de se conformarem com programas sociais do governo atual os gringos, mesmo que tardiamente, demonstraram preocupação para com a "desindustrialização" do país e esta promessa deverá ser intensamente cobrada do novo líder, e reflete a esperança de boa parte do povo na recuperação de oportunidades de trabalho, e não cabides de emprego ou estabilidade no serviço público.
5) Muito embora receptivo, o povo americano deixou claro que prioriza a solução de seus próprios problemas, e não na tradicional interferência no "problema" dos outros países... e que mal há nisso?
Mesmo criando-se um terrorismo acerca da imigração ilegal só o tempo será capaz de mostrar quem estava certo... Trump ou os europeus, que estão se engalfinhando por conta deste mesmo problema.
6) Os eleitores também estão à busca de candidatos que tenham personalidade própria e que não se sujeitem ao interesse histórico de seus partidos, lembrando que lá são apenas republicanos e democratas.
Enfim... a lição política já foi passada... esperamos que Trump não seja tão somente um fato novo, mas que herde o bom senso do carismático Obama e que seja muito mais eficiente e discreto em sua gestão do que no trato com a mídia...
E que Deus abençoe a América!!!
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Lei proíbe empresas de exigir teste de HIV dos funcionários
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) baixou a portaria nº 1.249/2010, que proíbe que as empresas do Brasil exijam de seus funcionários o teste de HIV em exames médicos admissionais e demissionais, avaliações periódicas ou em decorrência de mudanças de cargo do trabalhador, de forma direta ou indireta.
Democracia Marxista é exatamente isso... em nome dos “Direitos Humanos” o empregador e, por conseqüência todos os demais colaboradores da empresa, não poderão mais ter ciência de que um futuro colega de trabalho é portador do vírus HIV.
Pensam cegamente no combate a “discriminação” e no direito a “privacidade” dos candidatos mas em nenhum momento se preocupam com a exposição dos demais funcionários que inadvertidamente compartilharão não só o ambiente, mas equipamentos e utensílios que, num eventual acidente, poderão provocar contaminação involuntária.
Cabe lembrar que em muitas atividades o risco de contágio por acidente é alto e a falta de informação pode ser um sério agravante.
Mas se é pra ganhar mais alguns votos, os "Humanos Direitos" que se lixem....
Democracia Marxista é exatamente isso... em nome dos “Direitos Humanos” o empregador e, por conseqüência todos os demais colaboradores da empresa, não poderão mais ter ciência de que um futuro colega de trabalho é portador do vírus HIV.
Pensam cegamente no combate a “discriminação” e no direito a “privacidade” dos candidatos mas em nenhum momento se preocupam com a exposição dos demais funcionários que inadvertidamente compartilharão não só o ambiente, mas equipamentos e utensílios que, num eventual acidente, poderão provocar contaminação involuntária.
Cabe lembrar que em muitas atividades o risco de contágio por acidente é alto e a falta de informação pode ser um sério agravante.
Mas se é pra ganhar mais alguns votos, os "Humanos Direitos" que se lixem....
sexta-feira, 14 de maio de 2010
RIC - Registro de Identificação Civil
Passados mais de 13 anos de "intensos estudos" o governo brasileiro lança enfim o RIC - Registro de Identificação Civil que, segundo a Polícia Federal, será um importante instrumento no combate a fraude de documentos, tão comum em nosso país.
Estima-se que mais R$ 35 milhões foram investidos em tecnologia para evitar a fraude deste "novo" modelo de documento, desde a implantação de um sistema de reconhecimento de digitais até a definição de um material que dificulte a sua reprodução/falsificação.
Nada mais louvável do que a prudência e um estudo consistente para assegurar a identidade civil do cidadão, para que toda responsabilidade de seus atos estejam estritamente relacionados com o seu verdadeiro autor.
Só esqueceram de um pequeno detalhe: apesar da implantação deste "novo" documento de identificação civil nós, cidadãos brasileiros, continuaremos a ter de carrregar conosco uma infinidade de "números específicos" que identificarão o nosso Cadastro de Pessoa Física (CPF), Título de Eleitor, Carteira de Identidade (estes inclusive constarão do novo documento), entre outros, quando poderíamos perfetamente ter um único registro (número) que nos identificasse em todo o território nacional, de forma personalizada e padronizada.
O mesmo acontece com a enorme quantidade de Senhas que somos obrigados a memorizar para poder operar desde a abertura de um simples portão até a confirmação de uma transação bancária.
E ainda tem quem acredite que a insistência nesta "burrocracia" permitirá que um dia os nossos problemas com fraudes serão resolvidos em meio a este universo de números e documentos.
Acorda Gigante !!!
Estima-se que mais R$ 35 milhões foram investidos em tecnologia para evitar a fraude deste "novo" modelo de documento, desde a implantação de um sistema de reconhecimento de digitais até a definição de um material que dificulte a sua reprodução/falsificação.
Nada mais louvável do que a prudência e um estudo consistente para assegurar a identidade civil do cidadão, para que toda responsabilidade de seus atos estejam estritamente relacionados com o seu verdadeiro autor.
Só esqueceram de um pequeno detalhe: apesar da implantação deste "novo" documento de identificação civil nós, cidadãos brasileiros, continuaremos a ter de carrregar conosco uma infinidade de "números específicos" que identificarão o nosso Cadastro de Pessoa Física (CPF), Título de Eleitor, Carteira de Identidade (estes inclusive constarão do novo documento), entre outros, quando poderíamos perfetamente ter um único registro (número) que nos identificasse em todo o território nacional, de forma personalizada e padronizada.
O mesmo acontece com a enorme quantidade de Senhas que somos obrigados a memorizar para poder operar desde a abertura de um simples portão até a confirmação de uma transação bancária.
E ainda tem quem acredite que a insistência nesta "burrocracia" permitirá que um dia os nossos problemas com fraudes serão resolvidos em meio a este universo de números e documentos.
Acorda Gigante !!!
domingo, 9 de maio de 2010
Desafio de Mãe
É comum citar a "dor de parto"como referência de sofrimento físico que, segundo as mulheres, não existe similar.
Mas creio que este sofrimento de longe possa ser comparado a dor de não conseguir repassar aos filhos uma educação que possa transformá-los em verdadeiros cidadãos de bem.
Pra isso, mais que bons colégios, esforçam-se para, através de exemplo e dedicação, compartilharem os ensinamentos que a vida desvenda somente com o passar do tempo.
Ao frequentar o culto especial deste final de semana, pude perceber mais uma vez a dificuldade desta árdua tarefa e me arriscaria a dizer que a crise de valores da nossa sociedade requer uma atitude urgente de nossa parte, enquanto pais e educadores.
Num evento especial em que toda a programação foi cuidadosamente preparada para homenagear as Mães pelo seu dia, o que se percebia é uma forte carga de emoção, provocada não exatamente pelos gestos de carinho trocados entre os participantes, mas pela visível ausência da grande maioria dos filhos que, por quaisquer razões, trocaram alguns minutos na igreja por outro compromisso "mais importante".
É bem provável que no Domingo apareçam por lá pra dar um abraço ou até mesmo "filar um almoço". Alguns talvez até mesmo venham acompanhados de belos presentes e uma "renca" de netos pra "divertir os velinhos". Mas o que esperar desta e das próximas gerações se nem sequer o principal conseguimos repassá-los ???
Que Deus não nos permita desanimar e que nos oriente no sentido de melhorar o nosso exemplo, independente do que isso possa produzir.
Pelo menos as honenagens continuarão sendo sinceras a partir daqueles que já não tem mais o privilégio de ter por perto aquela a quem gostariam de abraçar.
Que Deus perdoe a minha falta de competência...
Mas creio que este sofrimento de longe possa ser comparado a dor de não conseguir repassar aos filhos uma educação que possa transformá-los em verdadeiros cidadãos de bem.
Pra isso, mais que bons colégios, esforçam-se para, através de exemplo e dedicação, compartilharem os ensinamentos que a vida desvenda somente com o passar do tempo.
Ao frequentar o culto especial deste final de semana, pude perceber mais uma vez a dificuldade desta árdua tarefa e me arriscaria a dizer que a crise de valores da nossa sociedade requer uma atitude urgente de nossa parte, enquanto pais e educadores.
Num evento especial em que toda a programação foi cuidadosamente preparada para homenagear as Mães pelo seu dia, o que se percebia é uma forte carga de emoção, provocada não exatamente pelos gestos de carinho trocados entre os participantes, mas pela visível ausência da grande maioria dos filhos que, por quaisquer razões, trocaram alguns minutos na igreja por outro compromisso "mais importante".
É bem provável que no Domingo apareçam por lá pra dar um abraço ou até mesmo "filar um almoço". Alguns talvez até mesmo venham acompanhados de belos presentes e uma "renca" de netos pra "divertir os velinhos". Mas o que esperar desta e das próximas gerações se nem sequer o principal conseguimos repassá-los ???
Que Deus não nos permita desanimar e que nos oriente no sentido de melhorar o nosso exemplo, independente do que isso possa produzir.
Pelo menos as honenagens continuarão sendo sinceras a partir daqueles que já não tem mais o privilégio de ter por perto aquela a quem gostariam de abraçar.
Que Deus perdoe a minha falta de competência...
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Redução de Jornada
Exigir que um Presidente com mera formação primária tenha argumentação matemática, seria no mínimo insanidade. Até porque um ano eleitoral, por si só, já é argumento suficiente para que os lampejos demagógicos fluam naturalmente de quem pretende se perpetuar no poder.
O que me deixa irriquieto é assistir a complacência da sociedade em aceitar facilmente a alegação de que a Redução da Jornada Semanal de 44 para 40 horas propiciará abertura de novas vagas de emprego.
Se o simples fato de todos os segmentos, sem excessão, ressentirem-se da falta de mão-de-obra qualidficada não rebate este argumento, que levemos em conta ao menos a projeção de como ficariam os turnos de trabalho em caso de aprovação desta mudança.
Se o objetivo do Presidente fosse ver realizado um antigo sonho de poupar os seus "companheiros" de trabalharem aos sábados ou mesmo estender a jornada diária em quase uma hora todos os dias para compensá-la, talvez seria uma alegação mais honesta.
Agora, luto para entender como as empresas conseguirão criar um "quarto turno" para que a sua produção possa continuar funcionando 24 horas por dia, ou então, como procederão para compensar a eliminação do expediente do sábado sem repassar este custo a nós consumidores?
Os prestadores de serviços, que já vivem um tormento pela escassez de mão-de-obra.... quem bancará as horas extras, já que dificilmente terão como reduzir o expediente ofertado aos seus clientes?
Por fim, o comércio, que já vem sofrendo para adequar-se a jornada de 7 dias por semana e, diante disso, vê a qualidade dos seus atendentes/vendedores piorando a cada dia...
A solução pra quem quer se manter no mercado será encontrar uma maneira de repassar aos clientes os elevados custos que passarão a ter com Horas Extras e tentar continuar sobrevivendo.
Aposto que poucos conseguirão manter a mesma rentabilidade. Agora, o governo e, em especial o INSS, estes sim vão arrecadar uma enormidade em impostos só com o excedente de jornada.
Saúde e vida longa aos "patos gordos" !!!
Acorda Gigante !!!
O que me deixa irriquieto é assistir a complacência da sociedade em aceitar facilmente a alegação de que a Redução da Jornada Semanal de 44 para 40 horas propiciará abertura de novas vagas de emprego.
Se o simples fato de todos os segmentos, sem excessão, ressentirem-se da falta de mão-de-obra qualidficada não rebate este argumento, que levemos em conta ao menos a projeção de como ficariam os turnos de trabalho em caso de aprovação desta mudança.
Se o objetivo do Presidente fosse ver realizado um antigo sonho de poupar os seus "companheiros" de trabalharem aos sábados ou mesmo estender a jornada diária em quase uma hora todos os dias para compensá-la, talvez seria uma alegação mais honesta.
Agora, luto para entender como as empresas conseguirão criar um "quarto turno" para que a sua produção possa continuar funcionando 24 horas por dia, ou então, como procederão para compensar a eliminação do expediente do sábado sem repassar este custo a nós consumidores?
Os prestadores de serviços, que já vivem um tormento pela escassez de mão-de-obra.... quem bancará as horas extras, já que dificilmente terão como reduzir o expediente ofertado aos seus clientes?
Por fim, o comércio, que já vem sofrendo para adequar-se a jornada de 7 dias por semana e, diante disso, vê a qualidade dos seus atendentes/vendedores piorando a cada dia...
A solução pra quem quer se manter no mercado será encontrar uma maneira de repassar aos clientes os elevados custos que passarão a ter com Horas Extras e tentar continuar sobrevivendo.
Aposto que poucos conseguirão manter a mesma rentabilidade. Agora, o governo e, em especial o INSS, estes sim vão arrecadar uma enormidade em impostos só com o excedente de jornada.
Saúde e vida longa aos "patos gordos" !!!
Acorda Gigante !!!
terça-feira, 4 de maio de 2010
Substituição Tributária
O nome soa como se fosse um brado de vitória, já que o sonho de qualquer empresário é que uma verdadeira Reforma Tribtária não tarde a acontecer no Brasil.
Porém, este belo título nada mais é do que uma velha artimanha utilizada pelo governo visando antecipar o recebimento de impostos, cobrando a sua totalidade direto na fonte, projetando inclusive o lucro que o restante da cadeia possa vir a ter.
Com isso, além de continuar sonhando com uma carga tributária mais justa e simples, o empresário volta a ser convocado a "financiar" o governo através do seu sacrificado fluxo de caixa.
Pra isso deixa de investir no aumento de produção e melhorias para bancar o "apetite" arrecadador do Estado, sem contar a burocracia que todo este processo requer (= mais custos).
Como ninguém reclama, o governa lança sistematicamente de tempos em tempos uma nova lista de produtos que adota esta modalidade de tributação, até que um dia estejamos pagando nossos impostos por "presunção de consumo".
Não é fácil ser empreendedor num país de tanta passividade. Pior é a sensação de conivência...
Como diz o ditado: o problema não está nas pessoas más, mas nas pessoas de bem que se sujeitam a contemplar tudo de braços cruzados...
Porém, este belo título nada mais é do que uma velha artimanha utilizada pelo governo visando antecipar o recebimento de impostos, cobrando a sua totalidade direto na fonte, projetando inclusive o lucro que o restante da cadeia possa vir a ter.
Com isso, além de continuar sonhando com uma carga tributária mais justa e simples, o empresário volta a ser convocado a "financiar" o governo através do seu sacrificado fluxo de caixa.
Pra isso deixa de investir no aumento de produção e melhorias para bancar o "apetite" arrecadador do Estado, sem contar a burocracia que todo este processo requer (= mais custos).
Como ninguém reclama, o governa lança sistematicamente de tempos em tempos uma nova lista de produtos que adota esta modalidade de tributação, até que um dia estejamos pagando nossos impostos por "presunção de consumo".
Não é fácil ser empreendedor num país de tanta passividade. Pior é a sensação de conivência...
Como diz o ditado: o problema não está nas pessoas más, mas nas pessoas de bem que se sujeitam a contemplar tudo de braços cruzados...
O Poder da Bancada
Não obstante a exorbitância gasta pelo poder público para tentar manter aprisionados bandidos de todas as espécies, utilizando sistemas de segurança que nenhum outro cidadão brasileiro dispõem para deles defenderem-se, agora teremos que assistir mais uma gigantesca mobilização durante o próximo pleito (Outubro/2010) já que resolveram permitir que os detentos também tenham "direito" a voto nestas eleições, dando o mesmo tratamento a condenados e cidadãos.
Quero crer que isso deva-se ao "poder" da bancada que os defende e que, por sinal, são os responsáveis pela criação e manutenção das leis brasileiras que, invariavelmente, só defendem os criminosos.
Continuam ganhando espaço e ampliando os seus "direitos" enquanto os "humanos direitos" permanecem de braços cruzados.
Quero crer que isso deva-se ao "poder" da bancada que os defende e que, por sinal, são os responsáveis pela criação e manutenção das leis brasileiras que, invariavelmente, só defendem os criminosos.
Continuam ganhando espaço e ampliando os seus "direitos" enquanto os "humanos direitos" permanecem de braços cruzados.
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